Caso Isabelle Caracristi

O que aconteceu dentro de um apartamento no 15º andar de um condomínio de luxo em Fortaleza antes de uma estudante de Direito cair do 23º andar do mesmo prédio? A investigação sobre a morte de Isabelle Caracristi, de 22 anos, levantou perguntas sobre o relacionamento dela, as últimas horas de vida e as circunstâncias que antecederam a queda.


Isabelle conheceu João Munhoz Neto no escritório de advocacia onde ele trabalhava e onde ela começou um estágio. Segundo a família da Isabelle, os dois iniciaram um relacionamento em julho de 2026, cerca de 3 meses atrás. O relacionamento deles evoluiu muito rápido e Isabelle foi morar com João no apartamento que ele vivia com a mãe dele. A mãe da Isabelle, a dona Isorlanda, relatou comportamentos controladores por parte de João. Ela contou que ele enviava muitas mensagens quando Isabelle estava com os familiares, não gostava que ela saísse sozinha para comprar comida durante o trabalho e chegou a tentar acompanhá-la em um exame ginecológico. 


No final de semana dos fatos, Isabelle passou o domingo, 13 de setembro, com a mãe se queixando de torcicolo. Por volta das 17h00 ela decidiu voltar para casa, onde vivia com João e a mãe dele. Ela chegou ao condomínio às 17h58, carregando uma mala e foi registrada pelas câmeras de segurança do prédio. João desceu para recebê-la, e os dois seguiram para o apartamento dele, no 15º andar. Às 18h31, João e a mãe dele aparecem no elevador, deixando o prédio. Às 19h12, as câmeras registraram Isabelle entrando sozinha no elevador, com o celular na mão, e seguindo para a cobertura, no 23º andar.


A mãe de Isabelle contou que conversou com a filha por volta das 19h. Durante a conversa, a jovem mencionou um frango que havia deixado na air fryer e disse que iria a uma missa e a uma procissão com João e a família dele. Em seguida, enviou uma mensagem para a mãe dizendo "Mãe, eu te amo." A dona Isorlanda relatou que a filha costumava mandar uma mensagem de boa-noite, mas não fez isso naquela noite. Isabelle tinha tomado um relaxante muscular, então a mãe imaginou que ela tivesse dormido.


Por volta das 20h40, segundo o horário aproximado divulgado na investigação, Isabelle perdeu a vida devido a queda do 23º andar. O laudo da necropsia apontou politraumatismo compatível com impacto contra o solo, e os exames laboratoriais divulgados apresentaram resultado negativo para substâncias ilícitas. A perícia realizou novas diligências no condomínio e recolheu vestígios para análise. As imagens das câmeras e os registros do celular também entraram na investigação.


João retornou ao condomínio às 22h48, de carro. Um veículo da Perícia Forense já estava no local. Na manhã seguinte, a mãe de Isabelle tentou falar com a filha e, sem conseguir contato, tentou falar com João, quando percebeu que estava bloqueada nas redes sociais e para fazer ligações pra ele. Desesperada, ela foi até o condomínio. Foi a síndica do prédio que informou que Isabelle havia falecido na noite anterior e que o corpo já havia sido encaminhado ao Instituto Médico-Legal.


A Polícia Civil do Ceará passou a investigar as circunstâncias da queda. No dia 20 de setembro, equipes realizaram diligências para localizar João, mas não o encontraram. Ele também não compareceu ao velório ou ao enterro e permanece sem paradeiro conhecido. A polícia também cumpriu um mandado de busca e apreensão em uma casa da mãe dele, na praia do Cumbuco, em Caucaia, onde apreendeu o celular e o tablet da mulher.


Existe uma suspeita de que Isabelle pudesse estar grávida. O irmão de Isabelle afirmou que a família encontrou dados no celular da jovem que indicavam uma possível gravidez. Mas a advogada da família, Patrícia Viana, negou a gravidez e declarou que o laudo pericial a descartou. Nas fontes que eu consultei, essa informação ainda está confusa.


Em 20 de setembro, pessoas se reuniram em frente ao condomínio La Piazza, no bairro Aldeota, para pedir justiça por Isabelle. A OAB do Ceará também solicitou uma apuração rigorosa da morte, com perspectiva de gênero. Enquanto a família busca respostas, a investigação continua analisando o que aconteceu nas horas anteriores à queda, a movimentação das pessoas envolvidas e os vestígios recolhidos no local.


Atualização de 22 de Setembro:


João Munhoz foi preso ontem com acusações de indução, instigação ou auxílio a suicídio ou automutilação e também crime de ameaça. A polícia apura uma possível tentativa de obstrução da Justiça. João prestou depoimento na sede do DHPP e negou que estava no prédio no momento da queda, sustentando que Isabelle estava sozinha no local. A defesa dele também contestou a hipótese de feminicídio e apresentou uma versão que considera a possibilidade de queda acidental ou suicídio. Com as acusações de João, agora temos certeza que a polícia trabalha com a hipótese de suicidio, o que não tinha ficado claro anteriormente.

Em uma mensagem enviada por Isabelle antes de perder a vida a um familiar, ela diz para não acreditarem em João caso alguma coisa acontecesse com ela. Ela também passou a senha do próprio celular, pedindo que o aparelho fosse entregue à polícia. O aparelho ficou bastante danificado depois da queda, e os peritos conseguiram recuperar parte do conteúdo, mas não todo o período do dia 13 de setembro, dia dos fatos. Havia mensagens até aproximadamente as 2 horas da manhã e um intervalo posterior sem registros recuperados, incluindo o período próximo ao horário estimado da morte, por volta das 20h00. Entre as informações recuperadas estão mensagens nas quais Isabelle relatou sofrimento emocional, sensação de estar presa, pressão e manipulação. O conteúdo foi apresentado em documentos policiais relacionados ao pedido de prisão de João. A reportagem também menciona relatos de que a jovem se sentia ameaçada pelo relacionamento.

Em depoimento, um primo de Isabelle afirmou ter conversado com ela cerca de uma semana antes da morte. Segundo o relato, Isabelle disse que não suportava mais João por causa do ciúme excessivo e de supostas proibições de contato com familiares e colegas de trabalho. O familiar também declarou que ouviu João ao fundo da ligação, dando uma ordem para que ela desligasse o telefone. A frase apresentada na reportagem foi: "Desliga esse telefone, estou mandando".

A polícia também apurou que havia uma câmera particular instalada na porta do apartamento. Mas ela foi retirada posteriormente.

Na noite de 21 de setembro, João prestou depoimento acompanhado da advogada Lígia Peixe. O depoimento durou cerca de quatro horas e ele também entregou o celular e a senha à polícia. No dia seguinte, 22 de setembro, ontem, ele foi preso preventivamente em um condomínio na Aldeota, em Fortaleza, na casa de um familiar.

João confirmou que era casado, mas que estava separado e já tinha dado entrada no pedido de divórcio. João também disse que apagou o perfil em uma rede social e bloqueou contatos depois da morte de Isabelle. A defesa nega qualquer participação de João na morte de Isabelle, disse que ele se apresentou voluntariamente para prestar depoimento e que forneceu informações para ser localizado. A advogada ainda disse que a prisão dele tem caráter midiático.


Coletiva de imprensa de 23 de setembro:

A coletiva de imprensa realizada pela Polícia Civil do Ceará e pela Perícia Forense do Estado do Ceará trouxe novas informações sobre o caso Isabelle Caracristi. O delegado-geral da Polícia Civil, Márcio Gutiérrez, e o perito-geral da Pefoce, Júlio César Nogueira Torres, apresentaram os resultados das perícias e explicaram quais pontos ainda estão sendo investigados.

Na coletiva de imprensa, Pefoce concluiu que a dinâmica da queda foi uma “precipitação voluntária” e os exames técnicos indicaram que Isabelle não foi arremessada por outra pessoa.

A perícia também informou que uma câmera localizada em outro ponto do condominio, no hall da piscina, registrou a queda. O rooftop de onde Isabelle caiu não tem câmeras de monitoramento e também havia pontos cegos no condomínio, inclusive nas escadas que davam acesso à cobertura.

A investigação analisou aproximadamente 700 vídeos de segurança do condomínio. Segundo as autoridades, não foram encontradas evidências de adulteração ou edição dessas imagens. As gravações dos elevadores mostraram Isabelle subindo sozinha para o 23º andar. De acordo com a Polícia Civil, ela permaneceu na região da cobertura por aproximadamente uma hora e meia. Durante esse período, utilizou o celular e trocou mensagens com algumas pessoas. O conteúdo dessas conversas não foi divulgado na coletiva porque a Polícia Civil afirmou que a divulgação poderia prejudicar as investigações.

A análise das imagens também foi usada para verificar a movimentação de João Munhoz Neto. Segundo a Polícia Civil, a mãe dele não estava com ele no prédio, como foi anunciado logo depois da morte de Isabelle. A polícia não encontrou elementos que demonstrem que João estava no prédio no momento dos fatos. Mesmo assim, a Polícia Civil continuou analisando os horários em que João esteve no apartamento, saiu do imóvel, retornou e permaneceu fora do condomínio.

O delegado Márcio Gutiérrez afirmou que nenhuma linha investigativa estava sendo descartada.

O perito Júlio Torres explicou que a perícia também não identificou sinais de luta corporal dentro do apartamento onde Isabelle estava vivendo com João. Não foram encontrados, por exemplo, objetos quebrados ou arremessados que indicassem uma briga no interior do imóvel. Mas quando os peritos chegaram, João e familiares já estavam no local. O apartamento estava trancado, e foi o próprio João quem permitiu a entrada dos peritos para a realização dos exames. Os peritos também informaram que foram recolhidas no apartamento impressões digitais e amostras de DNA.

Uma possível gravidez de Isabelle também foi descartada na coletiva. O celular de Isabelle também entrou na investigação. Segundo a perícia, o celular da Isabelle estava no bolso dela no momento da queda e acabou danificado pelo impacto. Inicialmente, o telefone foi entregue à família, mas depois foi apreendido para análise dos dados. Além do celular de Isabelle, foram apreendidos aparelhos eletrônicos de João e da mãe dele, Sara Regina Alexandre Munhoz. 

A coletiva também explicou por que a Polícia Civil não iniciou uma investigação de crime contra a vida ainda na noite da morte. O primeiro acionamento feito pela Policia Militar foi uma comunicação de que alguém teria tirado a própria vida. Os peritos foram chamados ao local e, naquele primeiro momento, não encontraram elementos que indicassem o contrário. Por isso, a investigação da Policia Civil na delegacia começou no dia seguinte, com a tomada de depoimentos de familiares.

Mas o delegado-geral ressaltou que os exames periciais foram realizados levando em consideração também a perspectiva de gênero e a possibilidade de violência doméstica. A investigação passou a reunir informações sobre o relacionamento de Isabelle e João, além dos acontecimentos registrados antes dos fatos.

Isabelle foi reconhecida e identificada ainda no próprio condomínio. João apresentou os documentos dela e depois foi feito exame de impressões digitais para confirmar, então a Isabelle não entrou no IML como pessoa não identificada, como indigente.

Júlio Torres explicou que corpos que chegam durante a noite, salvo situações excepcionais, passam pelo exame pericial na manhã seguinte. No caso de Isabelle, a perícia foi realizada na manhã de 14 de setembro. Durante o dia, a Pefoce verifica quais corpos foram reclamados por familiares. Segundo o perito-geral, os familiares de Isabelle compareceram por volta das quatro e meia da tarde daquele dia para tratar da liberação do corpo, que aconteceu na manhã de 15 de setembro.

A Polícia Civil também investigou por que a família de Isabelle não foi comunicada imediatamente por João e por que ele bloqueou a mãe dela nas redes sociais. A advogada de defesa de João, Lígia Peixe, afirmou que ele estava abalado e não tinha condições de comunicar pessoalmente a família de Isabelle. Mas que o irmão de João tentou entrar em contato por telefone com a mãe da Isabelle, mas não conseguiu falar com ela. A investigação também está analisando essa informação.

Segundo Márcio Gutiérrez, João retornou ao condomínio no dia seguinte à morte e procurou pelo celular de Isabelle na região onde o corpo havia caído. A polícia também afirmou que ele impediu que familiares da jovem entrassem no condomínio. João ainda contratou uma pessoa para limpar o apartamento, retirou seus próprios pertences do imóvel e colocou o apartamento à venda no dia seguinte à morte de Isabelle. A Polícia Civil também afirmou que ele não se apresentou para prestar esclarecimentos, não informou seu paradeiro, não indicou um representante legal para contato, desativou suas redes sociais e não atendeu aos chamados feitos pelos investigadores.

O delegado-geral chamou essa postura de “não colaborativa” e afirmou que esses comportamentos, somados aos demais elementos reunidos por meio dos depoimentos e das investigações, contribuíram para que a Polícia Civil pedisse a prisão preventiva de João, que aconteceu dia 22 de setembro.

Apesar de a perícia ter apresentado a conclusão de “precipitação voluntária”, a polícia ainda investiga se houve algum tipo de auxílio, indução ou instigação ao ato, assim como o que levou Isabelle até aquele momento e se outra pessoa esteve no rooftop com ela.

Atualizações até 01 de outubro

No dia 24 de setembro, a mãe de João, Sara Regina Alexandre Munhoz, prestou depoimento. O irmão de João e a namorada dele também compareceram à delegacia, assim como outras pessoas relacionadas aos dois. Naquele mesmo dia, a polícia realizou uma busca no carro utilizado pela família de João. O veículo foi apreendido para ser periciado e, entre os objetos encontrados no porta-malas, estavam um rádio comunicador e um equipamento de iluminação. Mas não foram divulgados mais detalhes dessas perícias.


No dia seguinte, 25 de setembro, o irmão de Isabelle voltou à delegacia para prestar novos esclarecimentos. Também prestou depoimento um ex-namorado da estudante, que chegou acompanhado do pai, que é advogado. Naquele momento, a Polícia Civil já havia ouvido 17 pessoas. A investigação continuava cruzando esses depoimentos com as imagens das câmeras de segurança, as mensagens recuperadas dos aparelhos e os laudos periciais.


Também começaram a aparecer mais informações sobre o depoimento prestado por João. Segundo o relato dele, Isabelle havia enviado mensagens enquanto ele estava em uma missa e disse que pretendia voltar para o apartamento. João afirmou que a última comunicação entre os dois aconteceu entre 19h14 e 19h16 e disse que soube da morte por meio de uma ligação do irmão. Depois disso, ele voltou ao condomínio e procurou o celular de Isabelle com a ajuda de um funcionário. João também afirmou que havia repassado cerca de 14 mil reais para Isabelle e que mantinha um bom relacionamento com ela. Ele negou agressões e ameaças e disse que não estava no prédio no momento da queda.


No dia 26, duas pessoas que poderiam acrescentar informações diferentes sobre João e Isabelle foram ouvidas. Uma delas foi a ex-esposa de João. A outra foi uma diarista que trabalhava regularmente no apartamento ligado à família dele.


A diarista esteve no apartamento dois dias depois da queda. A advogada que acompanhou o depoimento dela explicou que ela trabalhava na casa a cerca de seis meses e ia até lá duas vezes por semana. A diarista foi ao apartamento no dia 15 de setembro seguindo sua rotina normal de trabalho, sem saber que Isabelle havia morrido. Ao chegar e descobrir o que havia acontecido, ela deixou o imóvel e não realizou a limpeza. A própria diarista também afirmou à polícia que nunca havia presenciado discussões, brigas ou comportamentos anormais entre João e Isabelle. A diarista também confirmou a existência de câmeras de segurança dentro do apartamento. 


E novas mensagens atribuídas a Isabelle foram divulgadas. Em uma delas, a estudante relatou que João insistia em manter relações íntimas mesmo depois de ela dizer que não queria. Segundo o conteúdo divulgado, Isabelle descreveu situações em que, depois de suas recusas, João fazia comentários relacionados aos sentimentos dela por ele, fazendo com que ela se sentisse pressionada. 


No dia 30, o Ministério Público do Ceará se manifestou favoravelmente ao pedido de soltura apresentado pela defesa por meio de um habeas corpus. O MP propôs que, caso a prisão preventiva fosse substituída, João cumprisse medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar durante a noite, comparecimento periódico à Central de Alternativas Penais, proibição de deixar Fortaleza, manutenção do endereço atualizado e comparecimento aos atos processuais para os quais fosse convocado. Mas João ainda não foi solto, a decisão cabe a um juíz que vai analisar o pedido de habeas corpus. 

Também veio à tona, no fim de setembro, uma ação judicial movida contra Isabelle no Rio Grande do Sul. O processo começou em junho de 2025, depois que uma mulher afirmou ter conhecido Isabelle pelas redes sociais e ter enviado dinheiro após receber uma proposta de investimento. Segundo a autora, ela não conseguiu recuperar os valores e registrou um boletim de ocorrência por uma possível prática de estelionato. Reportagens publicadas em setembro de 2026 também divulgaram áudios atribuídos a Isabelle nos quais ela apresentava propostas relacionadas a jogos on-line e prometia ganhos financeiros.


Fontes:

  • https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/09/estudante-de-direito-e-encontrada-morta-em-condominio-em-fortaleza-e-mae-cobra-respostas

  • https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/nordeste/ce/policia-civil-investiga-morte-de-estudante-de-direito-em-condominio-no-ce/

  • https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/09/policia-procura-namorado-de-estudante-de-direito-encontrada-morta-em-fortaleza.shtml

  • https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2026/09/21/estudante-de-direito-encontrada-morta-em-condominio-de-luxo-no-ce-estava-gravida-diz-irmao.amp.htm

  • https://www.bol.uol.com.br/noticias/2026/09/21/cameras-registram-ultimos-momento-de-estudante-encontrada-morta-em-patio-de-condominio.htm

  • https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/09/21/caso-isabelle-o-que-se-sabe-e-o-que-falta-saber-sobre-morte-da-jovem.amp.htm

  • https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/nordeste/ce/jovem-encontrada-morta-no-ce-celular-de-sogra-e-apreendido-durante-buscas/

  • https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/nordeste/ce/policia-tenta-localizar-namorado-de-estudante-de-direito-que-morreu-no-ce/

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  • https://noticias.uol.com.br/colunas/carlos-madeiro/2026/09/22/sumico-e-bloquio-quem-era-o-namorado-de-isabelle-jovem-morta-em-fortaleza.ghtm

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  • https://www.migalhas.com.br/quentes/465057/ policia-prende-namorado-de-estudante-de-direito-que-caiu-de-predio 

  • https://www.opovo.com.br/noticias/seguranca-publica/ 2026/09/22/policia-pede-prisao-preventiva-de-namorado-de-isabelle-caracristi.html 

  • https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ seguranca/joao-munhoz-namorado-da-estudante-isabelle-caracristi-e-preso-pela-policia-civil-1.3793017 

  • https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ seguranca/moradores-e-porteiro-acionaram-a-policia-apos-queda-de-isabelle-caracristi-veja-cronologia-do-caso-1.3793249 

  •  https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/09/ namorado-de-estudante-encontrada-morta-em-condominio-em-fortaleza-e-preso.shtml 

  •  https://noticias.uol.com.br/colunas/carlos-madeiro/ 2026/09/22/apos-sumico-policia-pede-prisao-de-namorado-de-jovem-morta-em-fortaleza.ghtm 

  • https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2026/09/23/ isabelle-caracristi-disse-para-familiar-que-nao-acreditasse-no-namorado-se-acontecesse-algo-com-ela.ghtml

  • https://www.correio24horas.com.br/brasil/ isabelle-caracristi-mensagens-com-namorado-revelam-violencia-psicologica-e-rotina-de-controle-contra-a-estudante-de-direito-0926

  • https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/09/22/ namorado-de-jovem-morta-em-fortaleza-era-casado-e-segue-abalado-diz-defesa.ghtm

  • https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/seguranca/ qualquer-coisa-que-acontecer-comigo-este-audio-e-uma-prova-isabelle-caracristi-alertou-parente-1-hora-antes-de-morrer-1.3793184

  • Coletiva de imprensa: https://www.youtube.com/watch?v=FmnWmaTyass

  • https://gcmais.com.br/noticias/2026/09/28/isabelle-caracristi-respondia-a-processo-no-rio-grande-do-sul-antes-da-morte
  • https://www.escavador.com/processos-judiciais/502xxxx-9420258210027-71c458c45d
  • https://www.escavador.com/nomes/isabelle-caracristi-dabba6a43b
  • https://girodatorcida.com/entretenimento/caso-isabelle-caracristi-processo-audios/
  • https://record.r7.com/balanco-geral/video/audios-revelam-possivel-envolvimento-de-isabelle-caracristi-em-golpes-30092026/